Fórum Cidade Clima: Recife e Região na Adaptação e Resiliência Climática

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Anote aí, e inclua na sua agenda esse encontro da maior importância. Quem se preocupa com o futuro da capital pernambucana, não pode perder. Até porque o Recife está entre as cidades mais vulneráveis do mundo aos efeitos das mudanças climáticas. E é preciso correr, para evitar o pior. Mas para reduzir as consequências do aquecimento global, desencadear ações, necessitamos de diagnósticos precisos.

Pensando nisso, o Núcleo Recife do Observatório das Metrópoles realiza entre os dias 22 e 23 de setembro, o “Fórum Cidade Clima: Recife e Região na Adaptação e Resiliência Climática”. O encontro ocorre no Auditório Evaldo Coutinho, no Centro de Artes e Comunicação (CAC), da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Campus Recife.

Selva de concreto e solo cada vez mais impermeável  facilita alagamentos no Recife; 28 bairros vulneráveis

Durante o evento, serão apresentados os resultados locais da pesquisa nacional “Instrumentos de Política Urbana e as Mudanças Climáticas: possibilidades, limites e desafios”. O estudo vem sendo realizado em parceria entre os Ministérios da Cidade e o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia – INTC Observatório das Metrópoles. As inscrições podem ser feitas via internet.

Não é segredo para ninguém – e isso é apontado em estudos internacionais – que o Recife está incluído entre as 16 cidades mais vulneráveis às mudanças climáticas.  Estudo divulgado em 2023 pelos pesquisadores Alexon Caetano e Gatão Cerquinho (UNIT-PE) indicava 28 bairros do Recife vulneráveis ao movimento das marés. São eles:  Boa Viagem, Imbiribeira, Afogados, Ipsep, Recife, Pina, São José, Jiquiá, Santo Amaro, Boa Vista, Santo Antônio, Ilha do Leite, Campo Grande, Cabanga, Madalena, Ilha do Retiro, Coelhos, Derby, Prado, Paissandu, Espinheiro, Areias, Graças, Torreão, Estância, Hipódromo, Mangueira, Encruzilhada. Destes, doze já enfrentam problemas graves hoje: Afogados, Ipsep, Boa Viagem, Santo Amaro, Ilha do Leite, Boa Vista, Graças, Imbiribeira, São José, Derby, Espinheiro, Coelhos. Pelo menos, esses são os citados  na metodologia por eles desenvolvida, chamada de Protege (Modelo de Gestão em Zonas Protetivas).

Nos links abaixo, informações sobre a vulnerabilidade do Recife, cidade que já se encontra em situação de emergência climática. E, também, algumas medidas que vêm sendo implantadas. Como vocês podem observar na foto superior, em pleno dia de sol, os recifenses enfrentam uma rua inundada, no bairro da Boa Vista, em dia de maré alta.

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Texto: Letícia Lins / #OxeRecife
Fotos: Genival Paparazzi) / G.F.V Paparazzi / ZAP (81)995218132)/ gfvpaparazzi@gmail.com e Letícia Lins (Acervo #OxeRecife)

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