Se for à Fenearte, não deixe de visitar os salões que ficam na parte externa

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Tem um montão de gente que vai à Fenearte, paga o ingresso e entra logo no pavilhão da feira, de olho nas compras. Só em 2025, pelo menos umas dez pessoas que conheço fizeram assim. Pois quem o faz, não sabe o que está perdendo. É que no lado externo daquela que é a maior feira de negócios da América Latina há outros espaços, onde podem ser observados looks, peças confeccionadas com materiais recicláveis, arte popular em diversos materiais e arte religiosa. Isso sem falar no Salão Janete Costa que coleciona sucessos ao longo dos anos. Ou seja, se você for aproveitar hoje o feriado para visitar a Fenearte, aproveite para dar um rolê por esses tão sugestivos e reveladores espaços.

Portanto, antes de entrar propriamente no pavilhão da feira, aproveite para conhecer um resumo do melhor do design e do artesanato não só de Pernambuco, mas do Brasil. Anote aí, para não esquecer e contemplar:  Espaço Janete Costa, 1º Salão Pernambuco Faz Design (Sebrae), 20º Salão de Arte Popular Ana Holanda, o 18º Salão de Artes Sustentáveis (ex-Galeria de Reciclados) e 9º Salão de Arte Popular Religiosa.  O Janete Costa, como sempre, é o mais visitado, tem curadoria rigorosa e as peças são disputadas pelos compradores. Mas os preços estão bem salgados. Um colarzinho de  Marquinhos – MAR –  de Juazeiro do Norte – custa R$ 350. O diferencial é que tem quatro pingentes de madeira, inspirados em figuras da cultura popular do Nordeste. Se tiver só um pingente é R$ 150. Mas não tem a mesma graça do primeiro. No expositor do Sebrae, chamam a atenção looks, bolsas, almofadas jogos americanos criativos. Também há bolsas com as cores da bandeira de Pernambuco. São artigos criados pelo Programa Pernambuco Artesão, que alcançou 900 artesãos, 140 dos quais passaram por jornadas criativas em municípios como Petrolina, Serra Talhada, Araripina (Sertão); Garanhuns e Caruaru (Agreste)  e Goiana  (na Zona da Mata).

No Salão Ana Holanda, são lindos a La ursa parindo, o carrossel , o São Francisco do Circo, o oratório Aprendiz da Fé (foto vertical). No Salão de Artes Sustentáveis,  chamam a atenção uma capivara de papelão, uma favela inteiramente confeccionada com materiais reaproveitados e até um calhambeque florestal, construído com o aproveitamento de uma máquina Singer antiga. Ou seja, imaginação é só o que não falta para os artesãos que participam da Fenearte, seja nos 700 espaços de comercialização (que reúnem 5 mil expositores) ou nos salões externos e aos quais o acesso nem sequer exige ingresso.

Na galeria abaixo, veja algumas peças em exposição na parte externa da Fenearte

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Serviço
Feira Nacional de Negócios do Artesanato
Onde: Centro de Convenções de Pernambuco
Endereço: Av Professor Andrade Bezerra, s/n, Salgadinho, Olinda
Horários: 14h às 22h (segunda a sexta-feira), 10 às 22h (sábado e domingo)
Ingressos: R$ 6 a R$ 16, à venda nas bilheterias ou nos sites: www.fenearte.pe.gov.br; www.adepe.pe.gov.br; www.evenyx.com/25a-fenearte. Também estão à venda nos shoppings Boa Vista, Plaza, RioMar, Tacaruna. Mas se quiser comprar na hora da visita, não tem havido engarrafamento nas bilheterias e há, também, totens para auto serviço.

Texto e fotos: Letícia Lins / #OxeRecife

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Um comentário

  1. Eu visitei Letícia, lindos, mas, como você disse a maioria dos preços estão salgados, virou grife chic kkkk Como um todo na Fenearte, senti falta do artesão raiz.

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