“Eça é a nossa praça”. E nem corrijam a ortografia, porque esse é o nome do evento que toma conta da Praça Eça de Queiroz, no bairro da Madalena, na tarde desse sábado (dia 26). O encontro tem início às 15h, e vai reunir escritores, artistas plásticos, recreadores, declamadores, comidinhas e terá até troca-troca de livros. Além dessa saudável ocupação de um local público, os produtores do evento ainda pretendem fazer uma boa ação: arrecadar brinquedos e alimentos para o Lar do Neném. Você também pode doar leite em pó ou fraldas descartáveis às crianças abrigadas naquela instituição.
Responsável pelo blog “Menos um na estante” – através do qual estimula a doação e troca de livros – a publicitária Márcia Lira vai estender a iniciativa ao evento. Portanto, você pode levar o livro que não quer mais, e trazer para casa um outro para ler. Haverá recreação para as crianças, banda, exposição de aquarelas, declamações, contações de história. Para os gulosos, uma comidinha nunca é demais. Estarão presentes: Brololô (Bolo de Rolo), Goodogz Hot Dog´s Especiais, Tabuleiro (pães, geleias e pastas artesanais), Viva Churros e Café São Braz.
Confira a programação:
A partir das 15h – Troca-troca de livros, brincadeiras e recreação com A Leão Marinho (Silvana Souza Leão), Exposição Magrelas (aquarelas de Aluízio Câmara), Lambe-lambe fotográfico (Belavistaphotos, com Carol Henriques e Paula Henriques).
15h30m – Lançamento de livros, com tarde de autógrafos e leitura de trechos das obras. Serão lançados: Papo de Bodega (Ivan Moraes), Noite em Clara (Sidney Nicéas), Morro de Fé (Beto Figueiroa), Cem Melhores Filmes Brasileiros (André Dib e Ernesto Barros).
16h30 – Uni Duni Tetê (com Tetê Brandão e Filipe Ferraz)
17h10m – Poesia em Flô (com Adélia Coelho Flô e Bruna Peixoto)
18h30 – Banda Peter (Com Duda Mota e músicos).
“Eça é a Nossa Praça” tem apoio do Gabinete Português de Leitura, BeerDock, Caneca Fina e Café São Braz, Madalena. Para os que não lembram, Eça de Queiroz (1845-1900) é um dos maiores escritores da língua portuguesa, e deixou um legado de obras eternas como “O Crime do Padre Amaro”, “O Primo Basílio” e “Os Maias”. Todos habitam minha estante. E nenhum dos três conseguiria levar para um troca-troca…
