Transporte coletivo com tarifa única começa a funcionar no início de março. E reajuste é zero

 Transporte coletivo com tarifa única começa  a funcionar no início de março. E reajuste é zero

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Uma boa notícia para os usuários de transporte  coletivo na Região Metropolitana. É que o Conselho Superior de Transporte Metropolitano (CSTM) aprovou reajuste zero e bilhete único de R$ 4,10 no transporte público do Grande Recife. “A medida reduz o valor do Anel B de R$ 5,60 para R$ 4,10, beneficiando mais de 700 mil usuários”, informa o Palácio do Campo das Princesas. O bilhete único passa a valer a partir do dia 3 de março.

A estimativa é de que o subsídio direto do Governo do Estado seja de R$ 310 milhões. No ano passado, o valor do repasse foi de R$ 250 milhões. O bilhete único é uma demanda antiga da população que utiliza o transporte coletivo. E sua implantação foi um compromisso assumido pela governadora Raquel Lyra, durante a campanha eleitoral. “Garantimos aumento zero e tarifa única para o transporte público da Região Metropolitana do Recife. Este foi um compromisso nosso para garantir mais cidadania para o povo de Pernambuco. Isso também prioriza aqueles que moram em áreas mais distantes e precisavam pagar mais caro para chegar aos seus destinos”, afirmou a gestora.

A unificação das tarifas dos dois anéis de linhas regulares do Sistema Estrutural Integrado vai deixar as viagens mais vantajosas, gerando economia para os passageiros, principalmente aqueles que fazem percursos maiores. Segundo o governo estadual, a implementação da tarifa única não altera a quantidade atual da frota, nem a frequência de viagens já disponibilizadas pelo sistema. A tarifa social do anel G, que opera duas linhas, será mantida no valor de R$ 2,70. Os valores das linhas opcionais também seguem sem alteração. Na Região Metropolitana, cerca de 1,2 milhão de pessoas usam ônibus diariamente. Destas, 700 mil pagam passagens todos os dias. Há cerca de 2,7 mil coletivos circulando, cerca de 400 linhas. Os usuários reclamam dos preços, das condições e desconforto dos ônibus, e da insuficiente oferta de coletivos. Também se queixam das condições dos abrigos, muitos dos quais expõem os passageiros ao sol e à chuva.

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Texto: Letícia Lins / #OxeRecife
Foto: Fotos: Miva Filho/Secom

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