Expô sobre terreiros termina na terça

 Expô sobre terreiros termina na terça

Compartilhe nas redes sociais…

Quem for ao Pátio de São Pedro, para participar da programação do Dia da Mulher Negra, Latino Americana e Caribenha, vai ter oportunidade de visitar a Exposição Agosto de Jurema, que se encerra nessa terça-feira (26/7), quando ocorrem no Recife os festejos alusivos àquela data, que é normalmente comemorada no dia 25 de julho.

Mãe Eliane e os rituais dos terreiros são mostrados em exposição que se encerra terça (26/7), no Pátio de São Pedro

A expô está em cartaz desde novembro do ano passado, no Centro de Design do Recife, que funciona na casa 10 do Pátio, que fica no Bairro de São José. E mostra fotografias de 21 terreiros, distribuídos em bairros das seis regiões político administrativas do Recife. As fotos são assinadas por Brenda Alcântara, Diego Nigro, Daniel Tavares, Lula Carneiro, Marcos Pastich e Sol Pulquério.

O objetivo da exposição é que a partir da visualização das fotos, o público possa ter outras experiências e interpretações do que se vivencia na religião, possibilitando compreender que cada pessoa tem o seu sagrado e também direito à expressão pública das várias religiões, praticando assim, o enfrentamento a preconceitos.

Pai Nêgo está em uma das fotografias da exposição Agosto da Jurema, na Casa 10 do Pátio de São Pedro.

Ou seja, a expô é uma forma de combate à intolerância religiosa. Ela traz imagens de personagens, de terreiros, de orixás,e até de rituais.  A mostra foi organizada pela Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social, Direitos Humanos, Juventude e Políticas sobre Drogas,a partir da VII Jornada de Direitos Humanos do Recife, realizada em 2021.

Leia também
Jurema sagrada vira exposição
Kipupa Maluguinho movimenta Catucá
Pai Ivo de Xambá vira doutor honoris causa da Ufpe
Dia da Mulher Negra, Latino Americana e caribenha tem lives no Recife
Parque da Macaxeira tem Feira das Mulheres Pretas
As mulheres guerreiras
A única mestra de maracatu
Mostra Obinhin Kunhã exibe danças populares apenas por mulheres
Festa para São João e Xangô no Sítio Trindade
Livro sobre Lia e a ciranda tem live hoje
Lia, livro e ciranda no Recife
Católica bota Xangô na ordem do dia
Festa para Xangô foi um sucesso
Festa para São João e Xangô
Recife: igreja, santo, orixá e carnaval
Olha! Recife: Santo Antônio, São Pedro e São João
Cozinhando histórias: sabores e mitos da culinária afro-brasileira
Mês da Consciência Negra:  desfile, palestras, igualdade racial
Ervas sagradas ganham sementeiras
Bahia tem ritual de paz e respeito à liberdade religiosa
Baobás de Pernambuco são sacralizados na Bahia
Trio expert em baobá, a árvore da vida
A árvore do esquecimento
Cortejo religioso em Salvador
Pipoca é alimento sagrado?
Ojás contra o racismo religioso
Contra as práticas de branqueamento
Navio alemão acusado de racismo
Navio Negreiro no Barreto Júnior
A simbiose entre a Igreja Católica e os terreiros
Pai Ivo de Xambá vira Doutor Honoris Causa
A sabedoria ancestral da Griô Vó Cici
A herança afro na música brasileira
Qual o mal que lhe fez Yemanjá?
Michele Collins entre a mobilização dos terreiros e a pressão dos terreiros
Preconceito religioso tem reparação
Inaldete Pinheiro ganha homenagem
Uana Mahim: Sou preta, negra e fera
Moda Preto Soul: Viva a negritude!
Dia da Consciência Negra: Dicas de leitura
De Yaá a Penélope africana
Nação Xambá, 88 anos de residência 
Resgate histórico: Primeiro deputado negro do país era pernambucano
Eduardo Ferreira  lança Coleção Aláfia no Muafro

Texto: Letícia Lins / #OxeRecife
Fotos: Sol Pulquerio. Diego Nigro e Marcos Pastich / Divulgação / PCR

Posts Relacionados

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.