Em Porto de Galinhas, Nannai concilia o lazer de verão com circuito cultural com Roberto Ploeg

 Em Porto de Galinhas, Nannai concilia o lazer de verão com circuito cultural com Roberto Ploeg

Compartilhe nas redes sociais…

Um dos primeiros hotéis do tipo resort a se instalar em Porto de Galinhas – e incluído entre os dez melhores daquele badalado balneário do Litoral Sul de Pernambuco – o Nannai Resort & Spa fica mais precisamente na praia de Muro Alto, hoje um dos trechos de Porto com maior número de acomodações de luxo . E, por esse motivo, aquelas que possuem os preços mais salgados. Em compensação, o que não falta é conforto, gastronomia de alto nível, opções de diversão, atividades físicas, esportes náuticos.  Há, também, muitas opções para um bom relax, que ninguém é de ferro. E o Spa é cheio delas.

Massagem, por exemplo, é o que não pode faltar em resorts, e há de todos os tipos para as várias necessidades dos hóspedes. O hotel já figurou no programa Hotéis Incríveis no  canal por assinatura Modo Viagem. O Nannai também oferece muita privacidade, motivo pelo qual é um dos queridinhos dos casais em lua de mel. Além do atendimento especial para seus hóspedes – possui 400 funcionários  e colaboradores – o Nannai se destaca, ainda, não só pela excelência dos seus serviços, mas também por valorizar a cultura. E um dos braços dessa iniciativa é o Circuito Nannai Cultural, que entra em sua 14ª edição, em 2023. E o destaque desse início de verão são os quadros do artista Roberto Ploeg que foram escolhidos para decorar as paredes da butique do hotel até o dia 28 de fevereiro de 2023.

Apesar de ter nascido na Holanda, Roberto Ploeg se inspira na paisagem e no povo brasileiros para sua arte

São onze obras do artista holandês, que reside há quatro décadas no Nordeste brasileiro, de cuja luminosidade e paisagem exuberante ele extrai inspiração para seu trabalho. Aliás, o tema principal da sua pintura é o povo brasileiro visto no seu cotidiano e a exuberante natureza tropical com fortes contrastes de luz. A mini expô pode ser visitada não só por hóspedes, mas também por todo o público passante. Entre as obras expostas estão Confissões adolescentes e um menino enxerido no meio (foto central), Tempos modernos e O Devoto.

 Roberto Van der Ploeg nasceu em Valkenburgaan de Geul na Holanda em 1955. Chegou no Brasil em 1979 para um mestrado em Teologia da Libertação, que movimentava as chamadas comunidades eclesiais de base e provocava preocupação na então vigente ditadura militar implantada no Brasil.   Em 1982 “ancorou” no Nordeste, onde  terminou  fixando residência e exercendo a profissão de artista. Para Roberto Ploeg, teologia e arte caminham juntas. Porque as duas procuram apresentar, de maneira pessoal, experiências universais em imagens literárias e visuais. A pintura de Ploeg é figurativa, parte da observação do real, que ele absorve com atenção para recriá-lo em pinceladas vigorosas e luminosas. E no Nordeste o que não falta é inspiração para a sua arte.

Abaixo, você confere informações sobre outros artistas pernambucanos ou que vivem em Pernambuco

Leia também
Com trabalho espalhado em 50 países, escultor e pintor Di Farias inaugura novo ateliê em Olinda
 Paulo Bruscky fica até 10 dedezembro nagaleia Marco Zero: “Alto retrato”
Primeiro a fome, depois a lua. Últimos dias para ver exposição sobre os 90 anos de José Cláudi0
Marco Zero expõe inéditos de João Câmara
Tereza Costa Rego volta à cena
A inesquecível Tereza Costa Rego
Cultura brasileira mais pobre, sem Tereza Costa Rego, grande artista
Tereza Costa Rego no Sebo da Casa Azul
Tereza, uma mulher em três tempos.
Tereza vive. Homenagem merecida à grande artista em várias cidades brasileiras
Joias para rainhas e princesas em livro
História de Janete Costa em livro
Janete Costa: Galeria urbana com artesãos
Samico: O devorador de estrelas
O artista pernambucano que participou da Semana de Arte Moderna de 1922
Sérgio Vilanova, a cara de Olinda
Cais do Sertão mostra arte de J. Borges
Arte monumental e natureza generosa
Usina de arte em Água Preta
Usina cultiva cultura no solo de arte
Cildo: Peles do rio entre os viadutos
“Recife, mangue e aldeões guaiás
Exposição “Sempre nunca fomos tão modernos” no Museu do Estado
A vulva que virou diva em discussão

Texto: Letícia Lins / #OxeRecife
Fotos: Nannai /Divulgação

Posts Relacionados

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.