Carnaval acabou, mas população reclama de sobras da festa: calçadas obstruídas, sujeira, fedentina

 Carnaval acabou, mas população reclama de sobras da festa: calçadas obstruídas, sujeira, fedentina

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O nosso carnaval é realmente uma lindo, atrai turistas, movimenta a economia. E o Recife, claro, vira uma festa. Mas infelizmente as consequências  sobram para a população. Há reclamações de fedentina nas calçadas e ruas, lixo sobrando e mobilidade prejudicada. Pelo menos é o que tem chegado aqui no #OxeRecife. E esses trambolhos na calçada da foto são a maior prova disso. Ou seja, rapidez para decorar a cidade antes da festa, mas lentidão para desmontar.

No centro da cidade, um bom exemplo pode ser observado na Ponte Maurício de Nassau, onde esses imensos blocos de concreto permaneciam nas calçadas na noite da quarta-feira.  Um amigo nosso, Alexandre Trindade, informou que atravessava a ponte, quando viu à frente dele um grupo de sete estudantes caminhando. Como estava apressado e a turma ocupava todo o comprimido espaço da calçada, ele resolveu fazer uma “ultrapassagem” rápida usando a pista.

“Fiquei muito nervoso, pois assim que coloquei os pés no asfalto, quase fui atropelados por carro que passou em velocidade”, disse ele. “O automóvel passou raspando”, completou.  “Esses blocos de concreto só fazem atrapalhar a vida do pedestre e colocar em risco quem passa pelo local, já deviam ter sido retirados”. Outro que reclama é o fotógrafo Genival Paparazzi, eterno “fiscal” do centro do Recife. Ele informa que, durante a festa, cobertas de abrigos de ônibus foram retirados assim como assentos e até o momento não foram recolocados.

Segundo moradores do Centro e usuários de transporte coletivo, abrigos perderam cobertas no carnaval

“Não sei se foram os órgãos públicos ou os vândalos, mas o fato é que abrigos estão sem coberta e sem assentos desde o carnaval”, reclama Paparazzi. Para os usuários de transporte coletivo, a situação é ruim. Primeiro porque quando não é sol queimando o “quengo”, é chuva caindo. Além disso, muitos se queixam da demora dos ônibus , “pois ficar tanto tempo em pé dá cansaço”, segundo a empregada doméstica Carmosina Pereira. “Aqui a coberta sumiu e os bancos foram retirados no carnaval”.

No Poço da Panela – Zona Norte do Recife – os moradores também se queixam. O bairro sediou um dos polos descentralizados da festa – animadíssimo, por sinal – porém a comunidade se queixa do que sobrou. O pátio em frente à Igreja de Nossa Senhora da Saúde recebeu varrição, mas insuficiente. Também reclama  da fedentina, pois os banheiros químicos não deram para o gasto, restou muita sujeira escorrendo pelas ruas. Resultado: o fedor está no ar até hoje segundo residentes, e as ruas necessitam de lavagem com desinfetantes.

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Texto: Letícia Lins / #OxeRecife
Fotos: Alexandre Trindade  e Genival Paparazzi) / G.F.V Paparazzi / ZAP (81)995218132)/ gfvpaparazzi@gmail.com

 

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