Parem de derrubar árvores (295)

Todas as semanas, quando vou ao Mercado da Madalena, fazer aquelas compras habituais – queijo de coalho, queijo manteiga, castanha brejeira, carne de sol, peixe fresco – encontro novas vítimas de arboricídio. Tem jeito não. Quando não é numa rua é na outra.

Já mostrei várias árvores degoladas em ruas como a José Bonifácio e a Menezes Drumond. Nesta semana, encontrei mais uma com marcas ainda visíveis da motosserra insana. Ela fica na Rua Dr. João Coimbra.

Como era muito cedo, não havia nenhum morador que pudesse explicar se ela foi degolada porque tombou, ou se tombou na degola. O fato é que não houve destocamento, e sem ele não se pode fazer a reposição  o que seria correto.

Pois a cada árvore eliminada, é preciso que seja logo substituída. E urgentemente, pois até que ela cresça e desempenhe o mesmo papel da que se foi, leva um tempão.  Flanelinhas que trabalham na via informam que sem a sombra, a área ficou “muito mais quente”. O que, afinal, não é surpresa. No entorno do Mercado da Madalena, as degolas acontecem a olhos vistos.

Veja, abaixo, outras degolas no bairro da Madalena.

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Texto e foto: Letícia Lins / #OxeRecife

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