Risco em travessia na Rua da Aurora

A cineasta Sandra Ribeiro, que trabalha no Bairro de Santo Amaro, chama a atenção para o risco que correm os pedestres, quando necessitam fazer a travessia, na esquina da Rua da Aurora com  a João Lira, aquela onde fica a Biblioteca Estadual e que margeia um lado do Parque Treze de Maio. “Atravessar naquele trecho e não ser atropelado, é uma questão de sorte”, diz.

“O cruzamento não possui sinal de trânsito nem faixa para pedestre, embora o tráfego ali seja muito intenso, com várias linhas de ônibus”, diz. Ela relata, outra dificuldade: “No sentido cidade subúrbio, o transeunte atravessa de costas para os carros, o que é um perigo” (foto  acima). E acrescenta: “É, realmente, muito complicado”.  Sandra pede sugestões e providências para evitar acidentes naquela área.

Toda atenção nunca é demais, em qualquer travessia. Mas realmente, nessa daí, o pedestre  precisa ter cuidado dobrado. Porque corre  risco em dose dupla. Ou seja, se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.  É que, como explica Sandra, se o pedestre atravessa a rua no sentido cidade subúrbio, naquela esquina, ele fica de costas para os carros que vêm pela Aurora, para entrar à esquerda, na João Lira. E se olhar para trás, já sabe, corre o risco de tropeçar ou cair nesse asfalto tão irregular, como é o do Recife. É risco demais, nesse trânsito maluco da nossa cidade e de motoristas nem sempre educados.  Com a palavra, a Cttu.

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Texto: Letícia Lins / #OxeRecife
Foto: Sandra Ribeiro/ Cortesia

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