Coruja caburé achada em Tamandaré

Pensem em uma fofinha, essa coruja caburé comum (Glaucidium brasilianum), que foi encontrada em uma escola municipal de Tamandaré, Mata Sul do Estado. Ela foi entregue aos cuidados da Agência Estadual de Meio Ambiente (Cprh) nesta semana, por uma equipe da Área de Proteção Ambiental (APA) de Guadalupe. Felizmente, a ave já se encontra no Centro de Triagem de Animais Silvestres de Pernambuco (Cetas Tangara), e em breve retornará à natureza.

A coruja apareceu na Escola Municipal Almirante Tamandaré, no município do Litoral Sul. Foi então levada para o Cepene, um dos centros de pesquisa do Instituto Chico Mendes  de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), também no município de Tamandaré. Equipe da  APA de Guadalupe – Unidade de Conservação estadual na região – foi então acionada e fez o transporte da ave para a sede da CPRH, no Recife.  Tamandaré fica no Litoral Sul, a 103 quilômetros do Recife.

Pequenina (om 17 a 20 cm de comprimento), a Caburé é uma coruja que tem hábitos noturnos e também diurnos. Segundo a Cprh, possi assobio bem característico, sendo considerada um predador de aves, inclusive de espécies maiores que ela. Tem ocorrência quase toda a América do Sul – no Brasil, inclusive, em toda as regiões, habitando matas, florestas, campos, clareiras.

Mas há uma outra espécie de corujinha, a caburé-de-pernambuco (Glaucidium mooreorum), que hoje é considerada extinta. Os últimos registros foram há mais de dez anos, na Reserva Biológica de Saltinho, que integra a região da APA de Guadalupe. Seu nome foi dado ao Sistema de Informações Georeferenciais de Pernambuco – o SIG Caburé, da CPRH.

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Texto: Letícia Lins / #OxeRecife
Foto: Cprh/ Divulgação

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